Bolo de chocolate na caneca | 101 Dálmatas

A ideia desse filme veio de última hora. Não tinha imaginado fazer três filmes infantis na sequência, mas um acontecimento na semana passada me obrigou a rever a lista de prioridades. A Jóia, minha cãzinha que viveu comigo por 17 anos, se foi. Quer dizer, nós fizemos com que ela fosse, porque ela estava muito debilitada, muuuito velhinha e era uma pena vê-la tão fraca todos os dias. É sempre triste passar por momentos assim, então nada mais justo do que fazer uma homenagem para nossa companheirinha, que fez nossos dias serem muito mais felizes.

A homenagem vai além de mencioná-la no post. Quando eu tinha dez anos, era (era?) louca com os filmes da Disney, e fui ao cinema assistir a 101 Dálmatas. Em determinado momento, quando os “pais” estão colocando coleiras e dando nome aos filhotes de Pongo e Perdita, Anita pega uma filhotinha toda branca e dá a ela o nome de Jóia. Sim, foi daí mesmo que tirei o nome dela.

E apesar de não ser dos melhores filmes da Disney e nem de longe meu favorito, é um clássico da minha infância – e pelo menos os animais não falam! Não lembro da sequência exata dos fatos – se tinha decidido ter uma poodle branca quando escolhi o nome, ou o contrário. Mas o fato é que me marcou muito.

Bem, sobre a história, é basicamente a “refilmagem” do desenho homônimo de 1961, só que menos legal. Quer dizer, não que a história seja genuinamente ruim, mas o roteiro é fraquinho, infantilizado e um pouco forçado – porque quando a Disney dá pra fazer coisa ruim, também, sai de baixo! Mesmo assim, um clássico. Para quem não se lembra, o desenho conta a história do dálmata Pongo e seu dono solitário, o pianista Roger. Um belo dia, passeando pelo parque, eles conhecem seus pares perfeitos: a dálmata Perdita e sua dona, Anita.

Perdita e Pongo têm uma ninhada de filhotes fofinhos mas, na noite do nascimento, a família é visitada por Cruella De Vil, a gananciosa mulher que adora se vestir com peles de animais – até de cães. Ela insiste para que Roger e Anita lhe vendam a ninhada, mas os dois recusam. Furiosa, ela decide enviar dois capangas para sequestrar os filhotes enquanto a governanta, Nanny, está sozinha em casa. Nenhuma novidade, certo?

Os cãezinhos são levados para uma casa afastada onde seriam mortos. Mas os dedicados pais, Pongo e Perdita, ao descobrir o rapto, partem em busca dos filhotes e, contando com a ajuda de vários animais, conseguem resgatar não só os próprios bebês como outros 90 e tantos. Cruella é praticamente derrotada por essa horda de bichos superinteligentes, e é pega em flagrante pela polícia.

Já Pongo, Perdita e os filhotes – os 101 cães – voltam para casa felizes, e são alegremente recebidos por Anita e Roger, que decidem ficar com toda a cachorrada. Apesar de inocente e bobinho, o filme tem lá suas surpresas. Uma delas é Glenn Close, que construiu uma personagem icônica, cheia de manias, caras e bocas. A outra são os dois capangas, vividos por ninguém menos que Mark Williams e Hugh Laurie – dois dos maiores comediantes britânicos. A terceira é que, agora, vocês podem ver a Jóia 1 na tela 🙂

Para completar a homenagem, fiz uma das coisas que mais amo na vida: bolo. Mas não só bolo. Um bolinho de caneca rápido, delicioso, que dá pra ser comido quentinho, com o acompanhamento que você quiser. Para a ocasião escolhi iogurte grego light (o que é quase a mesma coisa que o desnatado, um pouquinho mais encorpado), porque era para o café da manhã. Mas sinta-se livre para colocar a cobertura que você quiser – Nutella, sorvete, doce de leite…

Essa receita é um pouco grande para uma pessoa só. Tanto é que fiz dois potinhos – e o segundo ficou muito mais bonito, diga-se de passagem. Para completar: repararam que contraste entre o bolo de chocolate e o iogurte é branco e preto – como os dálmatas e suas manchinhas? 😉

chocolate do segundo pote nham! chocolate do segundo pote nham!

BOLO DE CHOCOLATE NA CANECA

para 02 pessoas
Tempo de preparo: 5 minutos

Ingredientes

1 xícara de farinha
4 colheres (sopa) de chocolate em pó
75g de chocolate amargo picadinho (usei o da Garoto para cozinhar)
1 e ½ colheres (chá) de fermento em pó
¾ de xícara de açúcar cristal
1/3 de xícara de açúcar mascavo
2 colheres (sopa) de manteiga derretida e meio fria
1 ovo
½ pote de iogurte grego (usei o da Vigor)
250 ml de água

Modo de preparo

Pré-aqueça o forno a 180 Cº. Em um pote, misture a farinha, 3 das 4 colheres do chocolate,  chocolate picado, fermento e açúcar cristal. Em outro potinho, misture o iogurte, o ovo e a manteiga até ficar homogêneo. Em seguida, jogue a mistura líquida na de ingredientes secos e mexa bem.

Separe os potes que quer levar ao forno – usei uma caneca grande e outro potinho menor – e coloque a massa. Em uma tigelinha, misture o açúcar mascavo, a colher restante de chocolate em pó e acrescente 250 ml de água fervente, mexendo bem até dissolver totalmente o açúcar. Jogue por cima da massa com cuidado. Leve ao forno por 20 minutos até ficar firme.

Retire do forno e espere pelo menos 5 minutos. Se quiser, jogue mais uns pedacinhos de chocolate picado e iogurte (sorvete, Nutella etc.) por cima e bom apetite.

O difícil mesmo é guardar o potinho nº 2 para outra pessoa ou para o dia seguinte…

Beijos, e até o próximo post!
🙂

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