Pasta ao pesto | Três Homens em Conflito

Em outubro do ano passado fiz o primeiro post da Trilogia dos Dólares, de Sergio Leone, e uma das minhas favoritas do Cinema. Bem, chegou o momento de falar sobre o segundo filme que vi, e o último na “cronologia” do cineasta. É, eu sei que minha ordem tá totalmente errada, mas agora não tem mais como remediar. Talvez um dia eu veja um na sequência do outro, como faço com todas as séries de filmes que gosto.

Agora é o momento de falar desse que é, para mim, o melhor filme da trilogia: Três Homens em Conflito ou, traduzido diretamente do inglês, O Bom, O Mau e O Feio (The Good, The Bad and The Ugly). Contando com um elenco formidável e quase igual ao do filme anterior, começamos com Angel Eyes, interpretado pelo sempre ótimo Lee Van Cleef: um assassino de aluguel que se compromete com suas missões desde que seja bem pago. Ele é o mau.

Temos também Tuco, o fabuloso Eli Wallach – que até hoje faz participações para lá de especiais em filmes nada a ver com o western spaghetti. Ele é um fora-da-lei esperto, mas muito feio. E, por fim, há Blondie, interpretado por Clint Eastwood (jovem e lindo). Com seu jeito caladão, ele é o “bom”, um pistoleiro profissional que tenta conseguir alguns trocados capturando bandidos.

Quando Blondie e Tuco se conhecem, fazem uma parceria que é logo desfeita por desentendimento de ambas as partes. Caçando um ao outro, eles topam com um sobrevivente de um massacre, que diz haver escondido um enorme tesouro num cemitério. Mas Tuco só consegue ouvir o nome do cemitério, enquanto Blondie só escuta o nome da lápide onde está enterrado o dinheiro. Os dois precisam estar vivos e seguir juntos para encontrar o tesouro, mas é  aí que conhecem Angel Eyes – que estava buscando o homem que revelou o segredo.

Como dá para perceber, o negócio entre os três é de soltar faíscas. Quem vai ficar com o ouro no final? Bem, só vendo para saber, pois a dúvida permanece até o último minuto. E vale a pena, porque a sequência final é icônica! O mais interessante de tudo é observar as características de cada personagem, e constatar que ali, apesar dos apelidos, nenhum deles é mocinho – apesar de Blondie ser o “bom”, mas poderia muito bem ser só “o bonito”. E essa é a graça dos filmes do Leone: a dúvida, a complexidade dos personagens e a subversão da típica história de faroeste. Sem contar que esse filme, como os outros do cineasta, são recheados com a belíssima trilha sonora de Ennio Morricone ❤

Para acompanhar esse exemplo inestimável do melhor que o Cinema produziu, decidi que ia fazer um prato macarrônico que nunca tinha feito em casa antes: o pesto. À base de manjericão, pouca coisa fica ruim. Tenho uma receita excelente, do querido Technicolor Kitchen, mas essa semana não começou bem na cozinha para mim. Isso porque decidi mudar um pouco a quantidade de manjericão, não diminui a quantidade de alho e não tinha nozes em casa. Também coloquei azeite demais. Resultado: o prato ficou forte além da conta.

Mesmo assim, vale a pena compartilhar por dois motivos simples: o primeiro, e o mais importante, é que agora que eu errei uma vez, sei qual a quantidade exata para uma próxima. Por isso, passo aqui a receita que tenho, adaptada da maneira como ela deveria ter ficado. O segundo é que as fotos ficaram bonitas demais hahaha! :p

PASTA AO PESTO

para 02 pessoas
Tempo de preparo: 10 minutos

Tempo do macarrão: 8-10 minutos
Tempo total: 18-20 minutos

Ingredientes

200g de massa comprida (usei Lingüine)
2 colheres (sopa) de nozes ou pignoli
½ xícara de azeite de oliva
1 dente de alho
1 xícara de folhas de manjericão
4 colheres (sopa) de queijo ralado
sal
queijo ralado para decorar

Modo de preparo

Prepare a água para ferver o macarrão e acrescente sal a gosto. Enquanto ferve, prepare o molho: separe as folhas dos talos de manjericão, pique as nozes e o alho para ficar mais fácil de misturar. Bata tudo no liquidificador até o molho ficar homogêneo e grosso.

Escorra o macarrão e reserve um pouquinho da água de cozimento – ¼ de xícara – para misturar com o molho. Bata tudo mais uma vez. Coloque o macarrão em uma travessa ou prato com queijo (minha técnica secreta) e junte o molho, misturando até incorporar.

Coloque mais queijo ralado por cima – sim, sou uma tarada do queijo –, sirva e aproveite!

Façam assim que o resultado é sucesso!

Beijos, e até o próximo post!
🙂

Receita via Technicolor Kitchen

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