Suflê de espinafre | Hulk(s)

Essa semana, resolvi lançar um desafio aos meus queridos amigos do Salada de Cinema: eles me dariam uma sugestão de filme + comida e, se eu gostasse – mais do filme do que da comida, na real – sairia um post. Pois bem, esse foi o post que saiu, pela sugestão do colunista mais apimentado do Salada: Reinaldo Glioche. Ele sugeriu que eu fizesse – entre outras coisas bem bizarras, caras e loucas, incluindo carne de tartaruga (e não era para Tartarugas Ninja) – um combo para Hulk. As ideias eram de um monte de coisas gostosas e verdes, mas eu resolvi escolher uma só por motivos de: não dou conta de comer tudo sozinha. E como ele tampouco especificou qual dos dois Hulks gostaria de ver por aqui, resolvi fazer dos dois.

E a sugestão não poderia vir mais a calhar, considerando que o post anterior foi sobre o Batman. Na onda dos quadrinhos, portanto, venho contar um pouquinho sobre esses dois filmes, um de 2003 e o outro de 2008 e que, curiosamente, têm coisas boas e ruins.

A história, criada por Stan Lee e Jack Kirby para a Marvel, é bem conhecida: o Dr. Bruce Banner decide ser cobaia em um de seus experimentos que vai muito errado e, cada vez que fica com raiva, se transforma em um gigantesco e agressivo monstro verde. Ele tem um interesse romântico, uma colega de trabalho chamada Elizabeth Ross, filha do General Thunderbolt Ross.

O primeiro filme, Hulk, foi dirigido por Ang Lee e tem Eric Bana como Bruce Banner e Jennifer Connolly como Betty Ross. Embora esteja situado na faixa anual dos “filmes toscos de quadrinhos”, esse realmente teve um potencial. Diferente dos filmes de super-heróis que estamos acostumados a ver hoje em dia, esse longa não tem sequências memoráveis de ação – e esse é um ponto duplo, tanto negativo quanto positivo. Afinal, é um filme sobre o Hulk! Todo mundo quer vê-lo dando porrada – coisa que a Marvel se ligou depois de um tempo. Por outro lado, é um filme mais profundo e sensível a respeito das angústias de Banner e Betty, e da (in)tensa relação entre seus pais. Mesmo assim, aqui vemos um Bruce que quase sucumbe às “dores e delícias” de ser um monstro verde e gigante.

O segundo filme, O Incrível Hulk, tem direção de Louis Leterrier, Edward Norton como Bruce Banner, Liv Tyler como Betty Ross (além de William Hurt como o general) e uma pegada totalmente diferente do anterior. Já transformado em Hulk, acompanhamos Bruce como um fugitivo se escondendo nas favelas do Rio de Janeiro enquanto tenta desesperadamente encontrar uma cura para sua perigosa mutação genética. Da primeira vez que assisti, confesso que fiquei ofendida por ver o Brasil ser tratado de maneira estereotipada – mas ei, eu era nova e, enfim, essas coisas deixaram de fazer sentido quando o revi. Sob essa nova perspectiva, o Hulk se torna mais ameaçador para todos aqueles que o cercam, em especial para Betty.

Bem, é necessário dizer que os avanços tecnológicos de um filme para o outro certamente pesam, tornando o segundo Hulk mais bem feito e convincente. A história também foi retrabalhada de maneira que o segundo é um favorito pessoal, simplesmente por me lembrar mais dos quadrinhos – embora em ambos fique faltando aquela sensação de que o Hulk é um dos personagens mais mortais e poderosos da editora, comparando-se até mesmo a Thor e o Super-Homem, da DC.

De qualquer maneira, a sugestão do Reinaldo de fazer um suflê de espinafre também foi amplamente aceita. E, devo dizer, amplamente aprovada. Além de ser fácil, é light (não estritamente, é claro, mas até que dá pra comer sem culpa). A receita surgiu da internet, mesmo, fuçando e vendo qual era a mais adequada. Dei um toquezinho pessoal, e voilá!

SUFLÊ DE ESPINAFRE

para 04 pessoas
Tempo de preparo: 20 minutos
Tempo de cocção: 30 minutos
Tempo total: 50 minutos

Ingredientes

½ cebola
1 maço de espinafre
3 ovos
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 copo de leite
1 cubo de caldo de carne
50g de queijo ralado

Modo de preparo

Pré-aqueça o forno a 200º, lave o espinafre cru e reserve. Corte a cebola em cubos (não precisa ficar perfeito) e refogue no azeite até ficarem clarinhas. Jogue o espinafre e refogue até murchar. Reserve.

No liquidificador, junte todos os ingredientes e bata por 20 segundos, até dissolver todos os ingredientes. Acrescente o espinafre, com cebola e tudo, e bata mais, até virar uma sopinha.

Despeje em uma forma untada e enfarinhada e espalhe queijo ralado por cima, para gratinar. Leve ao forno por cerca de meia hora ou até dourar. O suflê irá crescer e, minutos após tirá-lo do forno, irá desinchar. Normal, é assim mesmo. Ele fica tão macio que dá pra cortar com colher!

Beijos, e até o próximo post!
🙂

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