Vitamina de banana com iogurte | Trilogia Batman

Quem me conhece sabe que eu sou uma das maiores fãs da DC Comics de todos os tempos. E sabe, ainda, que o Batman é meu personagem favorito – seguido de perto pela Mulher Maravilha e, na sequência, pela Mulher Gato. Também sabe que existem algumas pessoas no mundo do cinema que eu acho incríveis, tipo Gary Oldman, Ian McKellen e James McAvoy. Entre essas pessoas está o diretor Christopher Nolan (só para deixar claro: pelo trabalho, ok?). Agora, vou ser sincera: quando descobri que iriam fazer um remake dos filmes do Batman, não fazia ideia de quem ele era, e decidi que valia a pena conhecer sua filmografia. E cara, como valeu a pena! Ele é um dos meus diretores favoritos hoje em dia.

Mas vamos ao que interessa: o lançamento de Batman Begins em 2005 foi uma revolução do cinema hollywoodiano e na cultura pop em geral. Foi a partir dele que todo mundo começou a dizer que se deveria fazer filmes de super-heróis mais profundos, com temáticas mais sombrias e histórias reais, de gente que se aproximasse a nós, meros mortais. Claro que antes e depois de Nolan foram feitas coisas boas (o primeiro Homem-Aranha e Hellboy) e muito, muuuito ruins (Mulher-Gato (malditos sejam!), Demolidor, Elektra, Lanterna Verde (MALDITOS sejam!), Homem-Aranha 3,…). Claro, a lista de filmes horrendos parece muito maior quando falamos assim, mas há salvação em adaptações como Kick-Ass, Watchmen e X-Men First Class. Mas divago.

O fato é que, depois da trilogia Batman de Nolan – especialmente depois de O Cavaleiro das Trevas – nada mais foi o mesmo. Pelo menos para mim. Considero esse o melhor filme sobre quadrinhos ou sobre super-heróis já feito. E não é só porque tem o Gary Oldman como Jim Gordon, ou Morgan Freeman como Lucius Fox, nem Michael Caine como Alfred. O diretor conseguiu captar a essência desses personagens. Há toda a complexidade de Bruce Wayne e sua maneira peculiar de resolver problemas, as questões morais e psicológicas levantadas pelo Coringa (cara, o que é esse Heath Ledger no filme? Sério?), além do drama Harvey Dent/Rachel Dawes que é intenso e um dos pontos altos do longa.

Acredito que só aqueles que não gostam do Batman ainda não viram o filme, então vou falar em linhas gerais sobre a trilogia – o terceiro, O Cavaleiro das Trevas Ressurge, é o mais fraquinho, mas ainda assim muito bom. O cineasta quis contar, desde o começo, toda a história de como o playboy Bruce Wayne perdeu os pais ainda criança e, quando adulto, decidiu se vingar. Depois de passar por um pesado treinamento ninja com ninguém menos do que Ra’s Al Ghul (o maior vilão das histórias do Batman), ele monta um esconderijo (a bat-caverna, iei!) e decide sair às ruas dando porrada nos bandidos – em uma roupa de morcego. É bizarro, mas não sou eu que tenho de explicar as bizarrices de um personagem criado em 1939!

Ok. Depois de sair pela cidade voando e prendendo uma infinidade de criminosos, mafiosos e malucos, ele é desafiado por uma nova classe de psicopatas: seu ex-mestre R’as Al Ghul, os palhaços liderados pelo Coringa e, por fim, o maníaco e quimicamente alterado Bane. Parece bobo quando eu falo, mas o fato é que Christopher Nolan conseguiu transformar um herói de histórias em quadrinhos naquilo que todos os fãs de HQs sempre quiseram: alguém plausível, empolgante e que ao mesmo tempo seguisse o “cânone” (no caso, toda a trilogia é baseada nas histórias escritas por Frank Miller em meados da década de 80).

Nolan construiu uma história consistente e se preocupou em construir seus personagens de maneira profunda, sem entrar em esterótipos – exceto, é claro, o Coringa, que não tem outro propósito a não ser o caos. Assim, em um diálogo interessantíssimo, o vilão admite ser a antítese de Batman e precisar dele tanto quanto o homem-morcego precisa do vilão – o que não deixa de ser verdade.

Além dos cuidados com a fotografia e os detalhes dos personagens, em O Cavaleiro das Trevas Nolan dá um show de aprofundamento em um personagem. Ele explica, na voz de Gordon, a função de um Batman na sociedade – “ele é o que Gotham precisa que ele seja”.

Para combinar com um herói tão bombado e fisicamente poderoso, pensei em uma receita que combinasse, também, com a minha dieta de tentar comer direito (leia-se: menos doces). Por isso, decidi pela vitamina que, além de ser uma excelente fonte de energia – me sustentou praticamente a noite inteira! –, é um lanche perfeito para a manhã ou para a tarde e, como toda vitamina, é facílima de fazer.

VITAMINA DE BANANA COM IOGURTE

para 01 pessoa
Tempo de preparo: 5 minutos

Ingredientes

1 banana
2 colheres (sopa) de mel
1 pote de iogurte desnatado
1 colher (sopa) de farelo de aveia ou aveia em flocos
1 fatia de melão
gelo (opcional)

Modo de preparo

Corte a banana em rodelas e misture com o iogurte no liquidificador. Bata até que não reste mais nenhum pedacinho de banana. Se quiser, coloque algumas pedras de gelo e bata até que o gelo fique triturado.

Adicione o mel e bata mais um pouco e, em seguida, a aveia ou farelo de aveia, e bata mais. Por fim, com um cortador (usei um desses), corte a fatia de melão só até fazer a forma de flor. Corte a parte de trás que ficou sem forma e decore o copo.

Beijos, e até o próximo post!
🙂

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